30/08/2019 às 17h16min - Atualizada em 31/08/2019 às 00h00min

Muito além do peso: por que a avaliação física completa é ideal para definir objetivos e medir resultados?

Medidas como massa magra, massa gorda e hidratação são mais efetivas para mostrar a real composição corporal e ajudar a definir um plano personalizado de treinos

DINO
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Avaliação física Cia Results

Quem chega na academia decidido a conquistar mais saúde, melhorar o condicionamento físico, ou perder peso, nem sempre tem a real dimensão da composição corporal. Isto porque para grande parte da população, o peso que a balança mostra ainda é a principal medida para avaliar a saúde e a estética, e também ponto de partida para definir treinos e dietas. Mas cuidado. A balança não diz tudo que é necessário saber para definir objetivos na academia.

O peso total do corpo está dividido entre massa magra, gordura total, hidratação, entre outros parâmetros que detalham a constituição do corpo. Todos estes dados podem ser obtidos por meio da balança de bioimpedância, um equipamento que mede por corrente elétrica (imperceptível e indolor) resultados precisos sobre a composição corporal. "A balança SECA, utilizada em todas as unidades da Cia Athletica no programa Cia Results, tem uma tecnologia que combina 4 métodos de medição para uma precisão de 98% nos dados", conta Cacá Ferreira, gerente técnico corporativo da rede.

Segundo o educador físico, com a avaliação física completa de bioimpedância é possível saber em quais partes do corpo a pessoa precisa melhorar a massa muscular, fazendo com que o treino se torne mais personalizado. Além disto, se os níveis de gordura corporal e a quantidade de gordura visceral estiverem elevadas é possível o encaminhamento do aluno para o nutricionista. "Nem sempre uma pessoa magra tem percentuais de gordura baixos, pois ela geralmente tem baixa massa muscular também.", esclarece Cacá.

E afinal, qual seria a constituição corporal saudável?

O ideal é que se tenha mais de 30% do peso corporal de massa muscular, e que a gordura não ultrapasse 30% do peso corporal. Lembrando que esta faixa de classificação varia de sexo e idade também. A OMS indica ainda que, em pessoas de peso considerado normal, o tecido adiposo deve corresponder de 20% a 25% do peso corporal nos homens, e de 15% a 20% nas mulheres.
"O ideal é que a avaliação seja refeita todos os meses, assim o profissional de educação física que estiver acompanhando pode readequar os treinos de acordo com os resultados", reforça Cacá, especialista em treinamento desportivo pela UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas).



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